30 julho 2015

Primeiras Impressões – Dez coisas que aprendi sobre o amor

A Novo Conceito liberou uma pequena, bem pequena mesmo, degustação para alguns blogueiros. O livro, Dez Coisas Que Aprendi Sobre o Amor, de Sarah Butler, será lançado em breve aqui no Brasil.  

A história nos apresenta dois personagens diferentes. Poderiam se encontrar em vários locais e não se reconheceriam. Mas poderiam se amar. O cenário? Londres!

Alice, uma jovem que retorna a Londres, pois seu pai está muito doente. Cheia de palavras a serem ditas, ela guarda todas em seu coração, pois se sente confortável em falar com sua família. Independente, cheia de viagens, em sua mente memórias sobre suas relações afetivas e tem uma lista de coisas que a fazem feliz.

Daniel, um morador de rua. Aquele que você passa e não olha e nem dá nenhum crédito. É um homem que reúne dentro de si o medo, amor e esperança. Afinal, ele tem uma filha que nunca conheceu e ainda carrega dentro de si a imensa vontade de conhece-la. Ele também tem uma lista, mas de coisas que o inquietam.

As primeiras páginas deixaram um gostinho de quero mais! E quero mais rápido! A história parece ser linda, comovente. Daquelas que devemos ler com o lenço do lado para limpar as lágrimas, de tão emocionante!

O fato dele apresentar as listas, deixa a leitura mais leve. E no e-mail que recebi da Novo Conceito, enviado pelo Ludson Aiello, ele pediu para que fizéssemos uma lista com 10 coisas que aprendemos sobre o amor. A minha está abaixo e espero ver a sua nos comentários:

1 – O amor chega para os distraídos.
2 – Amor de verdade é aceitar o outro como ele é, com defeitos e qualidades.
3 – Amor é cuidado.
4 – Amar alguém faz você sorrir mais.
5 – O amor é doação.
6 – Amor é respeito.
7 – O amor é, ainda, o sentimento mais bonito do mundo.
8 – Apesar dos momentos de sofrimento, vale a pena acreditar no amor.
9 – Amor é sacrifício.
10 – O amor é o grande milagre da vida.

Gostaram? Qual a listinha de vocês?
Em breve a resenha completa!

29 julho 2015

Resenha Para onde vai o amor?


Fabrício Carpinejar escreveu mais uma obra de extrema delicadeza e de qualidade ímpar. O livro, Para onde vai o amor?, publicado pela Bertrand Brasil, reúne textos tocantes, cheios de sentimento e que fazem o coração pulsar mais rápido.

Em doces palavras, Carpinejar mostra que o recomeçar depende somente da própria pessoa. Afinal, somos nós quem impedimos o coração de falar mais alto, certo? Fica mais difícil acreditar no amor depois de uma decepção. Fica quase impossível dizer “eu te amo” sem pensar na dor que essa frase já te causou.

No entanto, chega um momento da vida que a pessoa percebe que guardar raiva, mágoa ou rancor não é suficiente. Que isso não ocupa mais o vazio que está na alma. Que a razão muitas vezes não fala o que precisamos e o coração insiste, novamente, em falar mais alto.

"Enquanto na paixão a união ocorre pelas qualidades, no amor os defeitos é que se casam." pág. 133.


Ele mostra que, apesar da louca insistência de querermos desistir do amor, nós não iremos fazer isso. Que o ser humano não desistirá facilmente desse sentimento. Por mais decepções que tenha, a gente sempre vai sentir falta de ter alguém do nosso lado. E chega uma hora que essa vontade fica maior, ai é que o coração começa a querer falar mais alto do que a razão.

Segundo Carpinejar, quando você diz que acabou uma relação, é que está procurando um outro jeito de recomeçar. Não devemos ter vergonha das constantes reconciliações ou de lutar por quem amamos, mesmo que para isso temos que enfrentar o mundo. Há uma frase neste livro que traduz muito bem isso. “Aquilo que é nosso maior erro costuma ser o grande amor da nossa vida.”

Por mais decepções que tenhamos, por mais brigas que um casal tenha, insistir no amor é sempre a melhor saída. Isso, claro, que existe esse sentimento de ambas as partes!

"A fé cria seu próprio tempo. O tempo de amar é agora." pág.151

Sobre o autor:

Fabrício Carpinejar, 42 anos, natural de Caxias do Sul (RS) e radicado em Porto Alegre (RS), vem criando uma prosa absolutamente sincera e passional. É poeta, jornalista e professor, autor de trinta obras na literatura, entre livros de poesia, crônicas, reportagem e infantojuvenis.
Atua como apresentador da TV Gazeta, onde conduz o talk-show “A Máquina” e TVCOM, comentarista do programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da Rede Globo, e da Rádio Gaúcha, colunista do jornal Zero Hora, O Globo e da revista IstoÉ Gente. 

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24 julho 2015

Resenha de O Último Homem do Mundo


Pensem em uma comédia romântica americana. Pensaram? É assim que eu defino o livro O Último Homem do Mundo, da autora Tais Cortez. Um livro leve, divertido e cheio de amor!

Amanda, nossa protagonista, é uma adolescente de pensamento firme, um tanto "problemática" e com um imenso coração, que logicamente ela esconde. Ela é filha de uma atriz muito famosa e está cansada de sempre trocar de escolas, casas e cidades. Isso tudo porque sua mãe vive mudando.

Ela começa a estudar em uma das melhores escolas do país. O que ela não gostou foi do internato, pois Amanda ficaria na escola durante a semana e ao final dela voltaria para sua casa. Rebelde e teimosa, a jovem entra na escola com a ideia de ser expulsa em pouco tempo, colocando na cabeça que sua mãe não decide o destino dela.

O que Amanda não esperava era que encontraria amigas de verdade ali e que conheceria Ricardo, um rapaz lindo, mas com defeitos que deixam essa jovem nos nervos! 

Eu me identifiquei com a Amanda em vários momentos, principalmente quando ela relata seus medos em relação ao amor. (sim, ando meio pé atrás) Ela tenta colocar uma armadura, mas no fundo tem um coração imenso e cheio de sonhos. Ricardo é o típico rapaz mais popular e lindo da escola. Com todas as meninas aos seus pés e com segredos que o fazem vestir a máscara de garanhão. Mas, ele me conquistou muito! 

Tais escreveu esse livro de forma doce, pois suas páginas são cheias de doçura! Me senti em uma comédia romântica americana e dei várias risadas da protagonista. E sim, fiquei com dó de terminar a leitura pois queria mais! 

É uma obra linda e recomendada para todos aqueles que querem ler algo para ter um momento de descontração! 

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18 julho 2015

Capa completa de Um Ano Inesquecível


A editora Gutemberg revelou a capa do livro Um Ano Inesquecível, que será constituído por quatro contos, cada um para uma estação do ano. Paula Pimenta escreve sobre o Inverno, Babi Dewet sobre o Outono, Bruna Viera sobre a Primavera e Thalita Rebouças sobre o Verão.

O lançamento será em agosto e já tem muita gente ansiosa para ter esse exemplar em mãos! 

17 julho 2015

John Lennon em Nova York - Lançamento Editora Valentina


Olá, Leitores!

Os fãs do Beatles vão amar essa novidade da Editora Valentina
O lançamento da editora conta a fase de Lennon pós Beatles, quando viveu em Nova York, misturou-se com movimentos políticos, levantou bandeiras de paz e abraçou causas feministas. 

Sinopse:

"John Lennon em Nova York - 1971. John Lennon se muda para Nova York na expectativa de assumir o papel de artista solo e produtor, ávido por se juntar à luta por justiça social e pelo fim da Guerra do Vietnã. Acolhido pelos líderes do movimento contra a guerra, estabeleceu-se no Greenwich Village e rapidamente tornou-se porta-voz do Movimento, inspirando solidariedade e defendendo causas. Visto como salvador por uma geração carente de heróis culturais, foi perseguido por Nixon e um governo sedento por silenciar seus inimigos e temeroso de que Lennon pudesse influenciar decisivamente a eleição presidencial que se avizinhava. Na mesma época, Lennon aprendeu a defender os ideais feministas e lançou Imagine e Some Time in New York City. Esta biografia única e ilustrada se baseia em entrevistas inéditas feitas pelo autor com os membros da banda underground norte-americana de Lennon, a Elephant’s Memory; com a escritora e líder feminista Gloria Steinem; com o cofundador da Bancada Negra do Congresso, Ron Dellums; com o veterano dos “Sete de Chicago” Rennie Davis; com o advogado especializado em imigração Leon Wildes; e com o poeta e ativista John Sinclair, o homem que Lennon libertou de uma sentença de dez anos de prisão – feito que demonstrou seu enorme poder político e cultural e pôs em marcha a surpreendente história aqui contada. "

Sobre o autor:

James A. Mitchell é autor de But for the Grace: Profiles in Peace from a Nation at War, uma história
de orfandade no Sri-Lanka assolado pela guerra; da biografia roqueira It Was All Right: Mitch Ryder’s Life in Music; e de Applegate: Freedom of the Press in a Small Town. As obras de Mitchell – repórter e editor durante mais de 30 anos em Nova York e no Michigan e jornalista do Exército dos Estados Unidos –, sobre uma ampla variedade de temas, vieram a público em publicações como Entertainment Weekly, Crain’s Detroit Business, The Humanist, Video Business e Starlog. Mitchell produziu filmes para o iReport, da CNN, sobre a guerra civil que durou 26 anos no sul da Ásia. Mora no Michigan.

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14 julho 2015

Resenha de Uma Curva no Tempo

Olá, Leitores!

Mais uma resenha de um livro da Editora Arqueiro. Uma Curva no Tempo é um livro de Dani Atkins.

Rachel, a narradora do livro. Ela inicia a história contando sobre uma reunião que teve com seus amigos quando tinha 18 anos e conta como eles chegaram à fase em que estão vendo suas vidas mudarem. Precisam entrar na faculdade, fazer inscrições de empregos e, ainda, conviverem com a insegurança do futuro. Nessa reunião estão Jimmy, Sarah e seu namorado, Matt.

Eles estavam em um restaurante e, infelizmente, o local foi atingido por um carro em fuga e a vida desses jovens nunca mais foi a mesma. Dessa parte em diante o livro começa a ficar triste e Rachel relata como sua vida foi afetada, demonstra a sua tristeza e como precisou se afastar de tudo.

Após cinco anos, ela volta a sua cidade para o casamento de Sarah e, depois de um episódio estranho, tudo na vida de Rachel muda. Aparentemente ela teve a oportunidade de viver sem dor e sofrimento, fazendo o que bem queria e vivendo seus dias intensamente. No entanto, a curva no tempo de Rachel aconteceu... 

O sofrimento palpável dessa mulher durante todas essas páginas é doloroso. E, quando ela atinge a "felicidade", sente a necessidade de voltar a sofrer, afinal, é a única maneira de viver que ela conhece. O livro é escrito com muito sentimento e os personagens parecem bem reais e são marcantes! 

É um livro que te faz pensar em quais possibilidades arriscar. O que fazer para ser diferente. De como aprender com os erros para que eles virem lições e não arrependimentos eternos. Sim, leiam e guardem essa linda história para sempre!

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07 julho 2015

25 anos sem Cazuza

Não sou de homenagear artistas e nem de falar de músicas, mas Cazuza, um grande cantor e poeta, merece esse espaço. Suas músicas, cheia de romantismo, rebeldia e sentimento, fizeram e fazem muita gente sonhar!

Quem nunca ficou horas pensando em alguém ao som de Codinome Beija-Flor, Exagerado ou O Nosso Amor a Gente Inventa? Ou pensou na própria vida com as músicas O Tempo Não Pára ou Faz Parte do Meu Show? Provavelmente muitos! 

Suas músicas, frases e o jeito irreverente inspiraram muitos. E hoje costuma ser exemplo para outros. Na verdade, seu romantismo e sentimento ao falar do amor deveriam ser imitados sempre. O amor exagerado de Cazuza deve ser retratado de todas as formas. Seja homem e mulher, amigos, família... Amor é amor e precisa ser exagerado!

Como ele dizia, o tempo não pára e precisamos lutar pelo o que acreditamos. Espalhar um sentimento que está banalizado, mas que é o mais lindo que existe! Não morro por Cazuza, mas admiro e muito suas músicas e a forma real com que se expressava, sem precisar interpretar nada. Era tudo da alma, do coração.

Para homenagear o poeta/artista, uma das músicas que eu mais gosto:

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